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Empreendedorismo

27 maiores lições de marketing digital – para você não perder mais tempo

Eu acabei de fazer aniversário e a nova idade pesou na conta… meus 27 aninhos. Fiquei pensando nas lições que tive como profissional durante os nove anos de trabalho na produção de conteúdo para redes sociais. Então decidi dividir com vocês os 27 maiores aprendizados de marketing digital:



  1. Conteúdo é rei (ou seja, o que manda) na estratégia digital
  2. Branded Content não é vender produto
  3. Só dá pra escapar o Marketing de massa sendo Autoridade no seu universo
  4. Sem uma Persona definida você pode deslizar no discurso genérico
  5. Conteúdo precisa ser construído e medido pensando no que quer aprender
  6. Existe uma Cauda Longa dentro das redes sociais
  7. Criar conteúdo evergreen de marca é dar valor a marca
  8. Se você só quer medir uma coisa, meça engajamento
  9. Para saber se foi um sucesso, você precisa decidir o que medir logo no início
  10. Storytellings que não mostram o lado obscuro da marca geram histórias fracas
  11. A concorrência muda, mas continua tendo concorrência no Oceano Azul
  12. Existe uma gramática visual pra textos, sabia?
  13. Você precisa manter abastecida a sua Biblioteca Interna de Referências Visuais
  14. Não existe receita de bolo! Existe o que funciona pra sua audiência agora
  15. O tamanho da sua base não importa
  16. Vídeo sempre é destaque pois é o maior recall (95% após 72h)
  17. Tudo é possível, desde que seja sustentável pra equipe que executa
  18. Brand Love > Brand Awerness
  19. A Economia da Atenção garante que só o mais valioso vença
  20. Se o conteúdo é bom pra audiência, não importa a hora que ele é postado
  21. A audiência cobra uma mensagem que faça sentido com as ações de marca
  22. Comece sua jornada fazendo o mais difícil, pra garantir foco
  23. O futuro está no Marketing de influência
  24. As marca podem ser personificadas, a ponto da pessoa conversar como amiga
  25. Gamificação (transformar em jogo(inteligente potencializa a estratégia
  26. As melhores soluções são as mais simples
  27. Planejamento e organização são tudo!

Algum desses você já conhecia? 🤔😉

 



A maior lição empresarial da Exposição da Dreamworks é…

Nunca deixe de acreditar na história que você está contando.

 

“Como assim?” Deixa que eu explico:

 

A exposição “Dreamworks: uma jornada do esboço à tela” que está no CCBB do Rio de Janeiro apresenta 400 itens, inclusive desenhos raros e esboços originais, contando o processo de criações como Trolls (2026), Como Treinar Seu Dragão (2010), Kung Fu Panda (2008), Madagascar (2005), Shrek (2001) e outros.

 

Enquanto passeava por ela, percebi que “não devia nunca deixar de acreditar na história que você está contando” + 5 princípios para fazer isso acontecer:

 

Desde o começo,
é necessário estabelecer um
processo criativo
adequado e alinhado com a persona que você quer atingir e o time que você tem.

 

Para o filme “Trolls”, que tinha o objetivo era apelar pra audiência na primeira infância, o processo começou um pouco diferente do padrão de rascunhos em grafite, utilizando lápis de colorir, tecido e cola, bem artesanal e como uma criança montaria sua própria história.

 

Os dublês também mostram como o processo de desenho às vezes precisa da encenação humana, pra garantir a verosimilhança, a ponto do público acreditar.

 

O quanto você pensar no target durante o processo de criação? Se a resposta não for o tempo todo, você precisa repensar seu processo.

 

Tudo tem que ter um
motivo para existir
e manter-se fiel a isso
durante todo o processo.

 

Uma das criadoras de “Madagascar” explicou que ficou no pé de todos os envolvidos, para manter a integridade dos detalhes, e até ouviu um “mas você sabe que ele não é real, né?”

 

Isso não importa! Ele pode não existir na vida real, mas na mente de todos que estão assistindo, ele precisa ser passível de existir. Um detalhe já pode quebrar a ilha da fantasia.

 

É por isso que planejamento tornou-se tão essencial para todos os níveis da empresa. Ele é o fio condutor que deverá ser levado em consideração a cada nova decisão. Mesmo que demore 80.000 vezes:

 

Tudo que será inventado precisa
ser factível primeiro,
ou seja, precisa fazer sentido.

 

Quando você encontra o formato propício e o Storytelling parece convencível, a realidade é suspendida e nosso cérebro entra na chamada “ilha da fantasia” onde o crível precisa fazer sentido dentro das próprias regras. Por exemplo: se as pessoas voam no início da história, é necessário um forte motivo para fazê-las parar de voar no final, não pode mudar do nada, se não a credibilidade vai embora.

 

Durante a exposição, os criadores de Shrek falavam que após o desenho inicial, um artista fez o modelo em argila, assim podiam avaliar ângulos e veracidade do personagem existir. O Burro tem a cabeça maior que o corpo, o que poderia parecer iverossimil, mas ao observarem o molde de argila, já perceberam os detalhes que teriam de fazer no computador para manter a credibilidade.

 

A verdade é a essência que conecta tudo, da ideia até a produção. Se você não quer criar uma história que soe falsa, cada transformação precisa ser algo que todos acreditem… inclusive para quem está fazendo.

 

Lembre-se:
a audiência está preparada para acreditar na sua história
mesmo que seja uma ficção.

 

A audiência vai partir do princípio de que há uma razão para que você esteja contando essa história – a menos que exista um motivo prévio pra duvidarem da sua empresa – e acreditar na realidade sustentada por aquela história.

 

Seja a história de um produto, o comercial da temporada, uma ação digital, uma personagem… eles QUEREM acreditar no que você tem a dizer.

 

Não tenha medo de mudar,
se a nova ideia for melhor.

 

As melhores histórias são autênticas e, como a vida, possuem seus lados sombrios. Assim com os criadores de Como Treinar Seu Dragão, você não pode ter medo desse lado.

 

É necessário ter coragem de assumir que todo herói precisa cair antes de se elevar ao pódio… faz parte da jornada do herói! Assim que você está tão envolvido, que se torna pessoal (como os criadores de CTSD que usam “nossos Vikings”), é fácil envolver a audiência.

 

Poréééém… toda alteração precisa ser necessária, pois um pequeno detalhe pode mudar tudo. Cada parte do processo precisa fazer sentido com todo o resto que a pessoa já viu.

 

Os criadores de Kung Fu Panda disseram pra ser crível que “pegamos uma referência e transformamos em algo novo”.