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Casos de Sucesso

Reposicionamento feito com sucesso: mais de 30% de alcance fora da base

Nada dá mais medo do que reposicionamento, quando as pessoas que você quer atingir agora não são mais aquelas que você já conquistou.

Por exemplo, imagina que uma empresa de cosméticos trabalhou anos com uma mensagem voltada para profissionais, que são seus seguidores nas redes sociais. Agora, essa mesma empresa resolver vender nas farmácias e, com isso, atingir o público C.

Este público ainda não está entre os seus seguidores e pode ser um tiro no pé mudar tudo do dia pra noite (inclusive, pode haver desistência, com gente saindo fora).

Em uma das muitas ações de virada de base necessárias à serem feitas eu metrifiquei antes da ação que nosso sucesso¹ seria dado no Instagram pelo número de alcance fora da base, que costuma ser 1%.

Tínhamos alguns desafios contra nós nessa plataforma:

  • os vídeos foram feitos pro YouTube, e na adaptação do tempo, foram cortados pra subir em carrossel, o que não é o ideal, pois não corresponde ao formato nativo de vídeo da plataforma (1 minuto)
  • não havia CTAs claros pra ação de compartilhar.

Ao final do projeto, todos os vídeos performaram acima de 5% e um chegou a ultrapassar 30% do alcance fora da base.

Como isso aconteceu? Tivemos um conteúdo de alta penetração e compartilhável.

O que isso representa? Mesmo sem nenhuma chamada pra ação e num formato desfavorável, o conteúdo era bom o suficiente pra valer a sua atenção.

¹Em cada rede estipulamos uma métrica de sucesso própria, que podia ser a mesma, mas funciona dentro da lógica da plataforma. Por exemplo, no YouTube o sucesso foi medido em seguidores no período.

 



O melhor mês da minha vida!

Imagina acordar, lavar o rosto, tomar café, lembrar que é dia de ver relatório e… cuspir todo o café vendo que cresceu mais de 4x sua audiência em menos de um mês!

Foi mais ou menos isso que aconteceu comigo após 26 dias trabalhando em uma marca que estava há alguns meses no seu rebrand, tentando um turn over da audiência. Nessa data já tinha garantido uma audiência Social 468% maior que os meses anteriores… SOMADOS!

E não houve nenhuma mágica no trabalho do time neste mês, a gente fez 4 coisinhas que você pode fazer repetir no seu negócio este mês:

1. Criação da Persona

Começando o período, vimos que todo mundo sabia pra onde ir, mas não tinham certeza de como chegar lá… ou melhor: levar a audiência pra lá.

Com vozes diferentes, era inevitável que fôssemos percebendo que todo mundo tinha sua própria visão de quem era essa nova audiencia.

Por isso o primeiro passo foi dar um rosto e personalidade pra essa audiência na forma de um personagem ficticio, também conhecida como Persona da marca.

Assim, não falariam mais com multidões, mas com uma pessoa específica. Pensariam nela, exerceriam estratégias pra ela e conversariam com ela (muito bom falar com sua Persona, recomendo!).

2. Build, Mesure, Learn

A empresa já tinha no seu DNA algo parecido, o que facilitou muito a busca por dados.

Mas você pode começar criando um hipótese (esse post vai ter sucesso se X acontecer), medir o quanto ele atingiu sua métrica e aprender com isso pra testar melhor em seguida.

A partir dos testes encontramos um jeito diferente de manter a base antiga envolvida nos novos assuntos.

Pensamos numa curva de aprendizado (necessária pra qualquer turn over).

De início, não podemos parar o jeito antigo e entrar com o novo. NÃO MESMO!

Precisa ir aos pouquinho, educando a base pra gostar aos poucos e aquisição de pessoas já com esse gosto:

  • assunto antigo vinha com um twist (na legenda, letras, corte etc) que remetesse o novo assunto
  • assunto novo vinha com segmentação de público (hashtags no Instagrams e Twitter, e recurso de segmentar no Facebook)

O objetivo final é não usar nenhuma dessas estratégias, e só postar o novo assunto, mas paciência está do lado de quem enfrenta algoritmo todo dia.

3. Volumetria correta

Não existe um número mágico a ser alcançado. Cada relação Marca-Usuários é única!

MAAAAAAS, ainda assim, precisa ser um número gerenciável para a equipe. Além da publicação, a equipe de Social Media também executa outras funções importantes, então é necessário que sua house cuida da Criatividade Sustentável e fique longe do Burn out.

Além disso, é muito ruim postar só pra cumprir tabela. Eventualmente, o overposting sem criatividade força desnecessariamente o código.

Se eu tiver que investir em tempo da equipe, sempre invisto em qualidade.

Nesse caso, começamos a metrificar o tempo gasto x audiência social ganha usando taggeamentos lidos pelo Google Analytics e focamos no sucesso.

4. Personificação da marca

O último passo dessa lista já vinha acontecendo em cada um dos itens anteriores: a criação do novo tom de voz da marca com base no Marketing de Influência.

Descobrimos que podíamos falar na primeira pessoa e até ter um pouco de opinião pra dividir com a base. Assim, fortalecíamos o vínculo com as pessoas
criar comunidade em volta dela, ganhando, assim, o status de Creator.

Se você também quer crescer assim, entre em contato comigo.

 



A gramática VISUAL dos… textos? Tudo que você precisa para dominar essa arte

Antes que você se assuste, vou copiar um trecho do meu outro artigo:

Gramática nada mais é do que a estrutura que faz a ordenação do pensamento.

Ou seja, aquilo que ordena tudo pra fazer sentido.

Quando eu fui formar minhas primeiras equipes, percebi que a noção da organização visual dos elementos fora da imagem não é algo tão óbvio. Quando eu explico, a clareza do que elas já fazem inconsciente pode trazer essa noção de obviedade, assim como a 3ª lei de Newton trouxe pra diversas pessoas na minha turma (“eu achava que estava sendo empurrado quando empurrava, mas não sabia que era real”).

Por isso, quando percebi a teoria da Gramática Visual dos Textos achei que existira uma infinidade de materiais falando isso… não achei nenhum certeiro, no ponto que queria argumentar, então resolvi vir logo te explicar como escrever para a internet É muito visual.

Subvertendo o sistema

Ao contrário da gramática visual, aqui vamos considerar o texto um… desenho.

Como ótimo exemplo temos uma linguagem sagrada que surgiu há muito tempo (4.000 ac): o Hieróglifo, que se comporta da forma gramatical de uma linguagem, mas não deixamos de ver que são desenhos ali.

Na escrita por meio de pictogramas, cada desenho ou imagens individuais traduziam uma ideia em si, mas se baseavam nas associações como forma de gerar os sentidos.

Em determinado momento, adotamos certos sinais como forma de linguagem e instauramos o processo de alfabetização: antes daquele dia você desenhava muito bem pra professora, mas, a partir daquele dia, o seu “desenho” ganhou um novo sentido, existe certo e errado, um conjunto de significados únicos que você vai demorar até romper. Esses novos “desenhos” são as letras.

Ponta pé digital

A minha teoria é que, como a parte mais imagética do nosso cérebro é extremamente ativada online, precisamos tomar cuidado com a forma que o texto ganha.

Escrever assim
E s c r e v e r a s s i m
ESCREVER ASSIM
escrever assim

A mesma frase, 4 percepções diferenciadas por:

  • ritmo de leitura
  • senso de urgência
  • espaço ocupado
  • desenho gráfico formado
  • limitações nativas

O ritmo se dá na música pelo preenchimento do tempo que vai até 8. Na internet ele é medido pela quantidade de pausas que podem ser: espaços, vírgulas, travessões, pular linha, trazer grifos, emoji no meio do texto… tudo que possa ser uma divisão mental.

A internet tem vários sensos de urgência indo do emoji até a caixa alta, passando por pontuação excessiva. Mas a ausência desses elementos traz tantos códigos quanto sua presença.

Antes de ler o texto o cérebro já faz um avaliação da sua situação e confere o quão vai ter que se esforçar pra finalizar aqui. Aí entra o ódio aos textões, sacou?

Uma forma de ajudar a leitura de texto extensos é quebrar o máximo possível em parágrafos cursos e criar mais pausas pra leitura.

Cada letra tem seu próprio desenho, e a serifa importa, então fique de olho se você usa muitas palavras grandes, que podem, excepcionalmente, trazer essa sensação de que a leitura será demorada; que faz com que o leitor passe menos tempo naquele texto.

Além disso, existe uma necessidade de que o texto seja o mais nativo possível, observando suas limitações. Por exemplo, não fique chateado se o lado cu-

rioso do texto ficar após o “Saiba Mais” da legenda do Instagram e ninguém responder o CTA. As primeiras palavras vão, após o convencimento da imagem, conseguir fazer alguém gastar mais tempo naquela legenda.

Nada aqui é errado, mas quando a gente transgride algo com conhecimento de causa, a transgressão é mais certeira no seu objetivo.

Ah! Com essas dicas em mão, continue repensando as formas da leitura visual do seu texto, que tenho certeza que vai criar suas próprias regras 😉

 



Gramática visual? O que é isso?

Quando falamos de “gramática” um fenômeno engraçado acontece: a maior parte das pessoas acredita que esse tema é avançado demais pra elas e “pula” a conversa.

Gramática nada mais é do que a estrutura que faz a ordenação do pensamento.

Na linguagem verbal, o pensamento vem em palavras; na linguagem visual, em desenhos.

É divertido entender como nosso cérebro se comporta então, ao invés de querer olhar de fora pra dentro, busque nos estudos da Semiótica, Gestalt, Estética um entendimento que começa de fora pra dentro. Vale a pena conhecer Charles Sanders Birce e o significado dos signos; Ferdinand de Saussure com a linguística da semiotica e Charles Willian Moris que juntou semântica, pragmatismo e sintaxe.

Há anos usamos a linguagem visual para nos comunicarmos: paredes de cavernas, sinais de trânsito, desenhos animados… Mas somente com a criação da semiótica que vimos isso expandir a nossa compreensão de como “lemos” as imagens.

Na verdade, não sei o “lemos” acima precisa de aspas, já que é isso que fazemos… apenas as coloquei, pois não é o sentido que as pessoas pensam quando veem a palavra ler.

Nos lemos visualmente com muita facilidade, uma leitura que está enraizada nos códigos da nossa sociedade.

Por exemplo,

  • emojis podem ser substantivos
  • fluxograma são os verbos
  • gráficos de barras são adjetivos
  • gráficos com coordenada são sentenças ou preposições
  • timeline representa arcos de tensão

Eles representam, respectivamente, itens essenciais pra um enredo: o que/ quem, como, quanto, onde/porque e quando. Quanto mais elementos, mais vivida é a imagem da história que queremos passar.

Todas essas formas de absorver não só o desenho, mas o significado por trás dele, é uma ciência que nos surpreende diariamente na troca com o usuário online, que dá constantes feedbacks sobre o que sentiu ao ver ou interpretar certa imagem.

Por isso, ter uma Biblioteca Interna lotada de Referências Visuais que a sua Persona consome, para saber o que seu target está consumindo e como você pode oferecer algo mais valioso pra ele.

 



O que seus números representam + 6 coisas que você devia estar medindo

Você já reportou um número só por reportar?

Bem, eu já…

Mas, antes de você me julgar, isso foi antes de eu entender a importância dos relatórios. Hoje em dia eu amo relatórios, sou super a favor de relatórios, sou #TeamRelatorios! 🙌

Com o tempo, eu fui percebendo que não adiantava testar sem um parâmetro de sucesso. Esperar pra algo viralizar é um conceito muito genérico e deixa a avaliação muito ampla.

Eu sou do tipo que estabelece o KPI no planejamento!

Pera…

O que é KPI?

Key Performance Indicator é a métrica chave pra desvendar o que é sucesso na sua ação.

Vamos tratar um pouquinho aqui os principais item que pode ser medido nas redes sociais representa pra ação:

Engajamento: toda ação visível e/ou que traga notoriedade (curtir, reagir, comentar, compartilhar, salvar…). Mede o quanto você consegui mover emocionalmente a audiência a ponto deles decidirem realizar gastar seu próprio tempo executando uma ação visível no seu conteúdo.

Impressões: quantas vezes o conteúdo foi mostrado pras pessoas. Algumas pessoas precisam ver oconteúdo múltiplas vezes antes de interagir, então o número distingue do alcance. Aqui, mede quantas vezes o código tentou gerar um engajamento.

Alcance: quantas pessoas receberam o conteúdo impresso. Pode entender que mede os usuários únicos que o algoritmo entendeu que seriam potenciais “curtidores” do seu conteúdo.

Views: quantas vezes o conteúdo foi visto pelo tempo mínimo, independente do quanto foi impresso; medindo o número de visualizações, mesmo que tenham sido só 3 segundos.

CTR: aqui quer dizer “click through rate” ou taxa de clique. Mede o número de clique dividido pela taxa, que geralmente é impressão.

Seguidores: quantos fã, seguidores ou fãs você ganhou (ou perdeu) no período. Aqui, se você medir por post, pode ter a quantidade de conversões social do seu conteúdo. Caso escolha medir os números finais da página, esse dado será menos apurado.

Eu aconselho sempre a medir por post no período, mas se você escolher os dados genéricos da página cuidado com o Long Tail, ok?

Qual dessas definições não te surpreendeu? Conta nos comentários.



A concorrência de boa vizinhança: você faz isso?

Quando a gente fala a palavra

“concorrência”

as pessoas começam a tremer.

Essa não é uma palavra maligna, ela apenas retrata a disputa pela atenção do público que duas empresas que vendem o mesmo bem/serviço tem.

Existe um jeito negativo e outro positivo de pensar seu benchmarking: Oceano Vermelho x Oceano Azul.

Vamos ver o sentido de cada um.

O que é Oceano Vermelho?

É, muito provavelmente, o lugar que você está agora. Brigando com o seu concorrente pra ver quem oferece o menor preço ou benefícios. Tentando convencer a mesma pessoa da concorrência, pois vocês têm um produto que funciona no mesmo nicho. Se necessário, vão duelar pela atenção dos usuários até o fim.

Como a Pepsi que é concorrente da Coca-Cola e vista como “2ª opção no Brasil”. Para se destacar, eles assumiram por um tempo o slogan “pode ser” que, apesar de engraçado, denigre a imagem da marca, pois mostra que está perdendo na imensidão que acerca.

O que é Mar Azul?

É o das empresas que… não tem concorrente diretos! Elas encontraram um território de mercado para dominar e, sem reformular seu produto, assumiram autoridade no tema. São vista de formas diferentes pelo usuário, pois criaram ofertas de valor e apaixonaram o público.

Aí nasce o Brand Love.

E o exemplo é a concorrência da Pepsi: a Coca-Cola. Que se colocou num patamar tão longe dos demais refrigerantes de cola, que chegou a ponto de “vender felicidade” ao invés do produto.

Coca Cola - Open happiness

Que é onde eu coloco a Concorrência da Boa Vizinhança.

Após chegar no Mar Azul, sua concorrência não acaba; apenas deixa de ser tão voraz e te permite perceber que, digitalmente, ela era muito maior do que você havia percebido.

Além da concorrência com outras empresas do mercado, você compete com a atenção de creators (influenciadores), um humorista, a produtora de filmes, o ator da série, app de jogos, fotos da família, aquele curso online…

Na Economia da Atenção, onde o algoritmo ajuda quem mostrar estar trazendo mais valor pro seu usuário com o conteúdo digital, vocês não mais competem, mas se retroalimentam com insights do público, aprimorando os testes que fazem com seu Branded Content e melhorando a experiência do usuário naquela rede social.

E você… está operando em qual Oceano?

 



O que é Branded Content?

Não, não é um algo raro, difícil de achar ou fazer.

Branded Content é o nome dado às ações voltadas a encantar o cliente fazendo a marca falar sobre as paixões e desejos de quem a segue.

Essa estratégia NÃO é para vender produtos, mas para aumentar o reconhecimento de marca (Brand Awarness) para que na hora da compra, com diversas opções, o lado afetivo seja ativado e a pessoa relembre a marca que ela confia, que está sempre ao seu lado.

Esse é o Brand Love, uma estratégia baseada na taxa de amor pelo público que eu já vi fazer crescer o enojamento em 174,44% num único mês.

Por não trazer marca ou produto/serviço como protagonista da história, o conteúdo faz muito mais sentido com a produção normal e se distancia da publicidade.

Por exemplo: imagine que você tem uma marca de roupas.

Você sempre fala sobre as novas blusas, promoções e lançamentos, então a audiência trata seu conteúdo como o que é: publicidade. Você quer a venda, esse é o objetivo.

O problema é que isso torna as pessoas distantes e não performa bem pro algoritmo.

Algoritmo? É o código das redes sociais, que deixa o seu robô decidir se entrega mais ou menos daquele post. O problema é que ele funciona do jeito que a maior parte dos perfil usa… ou seja, ele pensa como um usuário. Como os usurários não gostam de anúncio, ele não gosta de nada que pareça anúncio.

Voltando pro exemplo da loja de roupa: ao invés de falar sobre as blusas da sua marca, você pode focar em criar conteúdo que seus usuários tem em comum:

  • eventos de moda,
  • tendências,
  • combinação de cores.

Dessa forma você ganha autoridade… não por ser uma marca que vende nesse nicho, mas por conquistar a pessoas.

Eventualmente, a audiência vai ver sua marca como “amiga”, gerar conversa expontânea, querer interagir e até ajudar na produção de conteúdo.

Aí… aí você tem Branded Content gerando Brand Love.

 



O que o “Desafio das 100 Camadas” nos ensina sobre a internet…

Você sabe que a internet tem vários “momentos” onde coisas estão em alta, ocupando todo o nosso feed, mas, logo em seguida, começam a desaparecer. Após um tempo, podemos nos distanciar do fato, olhar quem mais ganhou com isso e aprender com esse período.

 

O caso do “Desafio das 100 camadas” aconteceu em 2016, começando com um vídeo irônico, e movimentando a internet por semanas. Analisando os ensinamentos, vemos como existem 2 formas para chamar a atenção digital, se sobressaindo num mar de mesmices. Ao entendermos a lógica e o porquê isso aconteceu, podemos incluir esse mindset nos nossos trabalhos diários.

 

O início da saga

 

 

O primeiro vídeo do desafio em todo YouTube subiu no dia 5 de junho de 2016.

 

A ideia veio a partir de uma sugestão da comunidade do canal Simply Nailogical, que pedia pra creator Cristine Rote – conhecida até então pelas suas nail arts – para que pintasse suas unhas com todos os esmaltes da sua coleção. A youtuber já estava passando por uma revitalização do conteúdo do canal para comentários e experimentos com uma pegada de humor irônico, então pareceu lógico acomodar esse pedido.

 

(construir) Foi aí que surgiu 100+ Coats of Nail Polish | #POLISHMOUNTAIN, um experimento de como seriam 100 camadas dos seus esmaltes nas unhas.

 

(medir) O que era para ser “só mais um”, virou o 2º vídeo mais acessado do canal¹. Foi um ponto de virada na história do canal, pois o desafio viralizou e diversas pessoas começaram a imitar, inclusive levando o desafio a outros nichos como maquiagem.

 

38 dias depois esse ainda era o assunto mais falado da rede, a youtuber queria surfar um pouco mais… porém não podia repetir a fórmula para não parecer chata… mas esse era o assunto que estava dando view…. e ela não podia flopar num desafio que ela criou…. O que fazer?

 

Hora de inovar

 

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Prêmio Socialbakers 2018

Ganhamooos! 🏆

 

A minha maior celebração de 1 ano na Webedia Brasil foi vencer o Socialbakers Engage Brasil 2018 na categoria de Melhor Post no Instagram na categoria de página até 500k. Foram meses de estudo e dedicação para essa base incrível que nos segue no Fique Diva com Niely, sempre tentando gerar conversa, pois se conteúdo é Rei, conversação é Deus na Internet!

E como esse dia foi pensado e planejado para gerar conversar, heim?

Nossa incrível head de Social Media, Ana Letícia Penedo,  adicionou ainda mais quando conversou com a Vox News:

“Ganhar o prêmio de Melhor Post no Instagram coroa não só…

a qualidade do trabalho desenvolvido para Niely, mas também comprova a consistência da comunicação. O post vencedor foi parte de um storytelling de transformação da Anitta que ficou loira e depois voltou a ser morena utilizando os produtos da marca. Promover uma experiência inspiracional para a influenciadora e para a base, utilizando os canais da marca para produzir conteúdo exclusivo, tem se mostrado eficiente para garantir ótimos resultados de engajamento e brand love.”

 

Além do extremo orgulho do meu incrível time, esse prêmio é uma celebração do trabalho de meses para atingir, em um única ação, o engajamento total de 248 mil interações orgânicas.

 

Veja a publicação premiada