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Um cliente me perguntou a pergunta mais difícil…

E meu impulso inicial foi tentar prolongar mais o raciocínio, fazer a coisa toda parecer mais complexa, mas é que é TÃO SIMPLES que fica complicado complicar.

Posso dar uma lista de coisas que aumentam o clique no “inscrever-se” ou “seguir” que são extremamente importantes, pois as chamadas pra ação são o que “fecha o acordo” mas falta um… um… je ne sais quoi.

Desculpe meu francês, mas era a melhor forma de exemplificar o que quero dizer: temos a mania de complicar demais.

Je ne sais quoi é um “não sei o que” (literalmente). Pois não sei o que mais dizer, para não parecer tão simples.

A conversa foi assim:

“Como faço para as pessoas se inscreverem no meu canal?”

“Conteúdo”

O seu conteúdo é o que vai motivar ou não a pessoa a resolver que quer receber mais conteúdo seu.

Se o seu discurso digital está alinhado com o que seu potencial novo fã quer ver, você já pode medir seu sucesso. Ninguém gasta tempo com algo que não o interessa, mas pior do que isso: ninguém perde atenção com notificações que não quer.

A atenção da sua audiência é seu bem mais valioso nas redes sociais.

Então a pergunta que parecia simples ganha profundidade, mesmo a resposta tendo sido uma única palavra.

 



O melhor mês da minha vida!

Imagina acordar, lavar o rosto, tomar café, lembrar que é dia de ver relatório e… cuspir todo o café vendo que cresceu mais de 4x sua audiência em menos de um mês!

Foi mais ou menos isso que aconteceu comigo após 26 dias trabalhando em uma marca que estava há alguns meses no seu rebrand, tentando um turn over da audiência. Nessa data já tinha garantido uma audiência Social 468% maior que os meses anteriores… SOMADOS!

E não houve nenhuma mágica no trabalho do time neste mês, a gente fez 4 coisinhas que você pode fazer repetir no seu negócio este mês:

1. Criação da Persona

Começando o período, vimos que todo mundo sabia pra onde ir, mas não tinham certeza de como chegar lá… ou melhor: levar a audiência pra lá.

Com vozes diferentes, era inevitável que fôssemos percebendo que todo mundo tinha sua própria visão de quem era essa nova audiencia.

Por isso o primeiro passo foi dar um rosto e personalidade pra essa audiência na forma de um personagem ficticio, também conhecida como Persona da marca.

Assim, não falariam mais com multidões, mas com uma pessoa específica. Pensariam nela, exerceriam estratégias pra ela e conversariam com ela (muito bom falar com sua Persona, recomendo!).

2. Build, Mesure, Learn

A empresa já tinha no seu DNA algo parecido, o que facilitou muito a busca por dados.

Mas você pode começar criando um hipótese (esse post vai ter sucesso se X acontecer), medir o quanto ele atingiu sua métrica e aprender com isso pra testar melhor em seguida.

A partir dos testes encontramos um jeito diferente de manter a base antiga envolvida nos novos assuntos.

Pensamos numa curva de aprendizado (necessária pra qualquer turn over).

De início, não podemos parar o jeito antigo e entrar com o novo. NÃO MESMO!

Precisa ir aos pouquinho, educando a base pra gostar aos poucos e aquisição de pessoas já com esse gosto:

  • assunto antigo vinha com um twist (na legenda, letras, corte etc) que remetesse o novo assunto
  • assunto novo vinha com segmentação de público (hashtags no Instagrams e Twitter, e recurso de segmentar no Facebook)

O objetivo final é não usar nenhuma dessas estratégias, e só postar o novo assunto, mas paciência está do lado de quem enfrenta algoritmo todo dia.

3. Volumetria correta

Não existe um número mágico a ser alcançado. Cada relação Marca-Usuários é única!

MAAAAAAS, ainda assim, precisa ser um número gerenciável para a equipe. Além da publicação, a equipe de Social Media também executa outras funções importantes, então é necessário que sua house cuida da Criatividade Sustentável e fique longe do Burn out.

Além disso, é muito ruim postar só pra cumprir tabela. Eventualmente, o overposting sem criatividade força desnecessariamente o código.

Se eu tiver que investir em tempo da equipe, sempre invisto em qualidade.

Nesse caso, começamos a metrificar o tempo gasto x audiência social ganha usando taggeamentos lidos pelo Google Analytics e focamos no sucesso.

4. Personificação da marca

O último passo dessa lista já vinha acontecendo em cada um dos itens anteriores: a criação do novo tom de voz da marca com base no Marketing de Influência.

Descobrimos que podíamos falar na primeira pessoa e até ter um pouco de opinião pra dividir com a base. Assim, fortalecíamos o vínculo com as pessoas
criar comunidade em volta dela, ganhando, assim, o status de Creator.

Se você também quer crescer assim, entre em contato comigo.

 



A gramática VISUAL dos… textos? Tudo que você precisa para dominar essa arte

Antes que você se assuste, vou copiar um trecho do meu outro artigo:

Gramática nada mais é do que a estrutura que faz a ordenação do pensamento.

Ou seja, aquilo que ordena tudo pra fazer sentido.

Quando eu fui formar minhas primeiras equipes, percebi que a noção da organização visual dos elementos fora da imagem não é algo tão óbvio. Quando eu explico, a clareza do que elas já fazem inconsciente pode trazer essa noção de obviedade, assim como a 3ª lei de Newton trouxe pra diversas pessoas na minha turma (“eu achava que estava sendo empurrado quando empurrava, mas não sabia que era real”).

Por isso, quando percebi a teoria da Gramática Visual dos Textos achei que existira uma infinidade de materiais falando isso… não achei nenhum certeiro, no ponto que queria argumentar, então resolvi vir logo te explicar como escrever para a internet É muito visual.

Subvertendo o sistema

Ao contrário da gramática visual, aqui vamos considerar o texto um… desenho.

Como ótimo exemplo temos uma linguagem sagrada que surgiu há muito tempo (4.000 ac): o Hieróglifo, que se comporta da forma gramatical de uma linguagem, mas não deixamos de ver que são desenhos ali.

Na escrita por meio de pictogramas, cada desenho ou imagens individuais traduziam uma ideia em si, mas se baseavam nas associações como forma de gerar os sentidos.

Em determinado momento, adotamos certos sinais como forma de linguagem e instauramos o processo de alfabetização: antes daquele dia você desenhava muito bem pra professora, mas, a partir daquele dia, o seu “desenho” ganhou um novo sentido, existe certo e errado, um conjunto de significados únicos que você vai demorar até romper. Esses novos “desenhos” são as letras.

Ponta pé digital

A minha teoria é que, como a parte mais imagética do nosso cérebro é extremamente ativada online, precisamos tomar cuidado com a forma que o texto ganha.

Escrever assim
E s c r e v e r a s s i m
ESCREVER ASSIM
escrever assim

A mesma frase, 4 percepções diferenciadas por:

  • ritmo de leitura
  • senso de urgência
  • espaço ocupado
  • desenho gráfico formado
  • limitações nativas

O ritmo se dá na música pelo preenchimento do tempo que vai até 8. Na internet ele é medido pela quantidade de pausas que podem ser: espaços, vírgulas, travessões, pular linha, trazer grifos, emoji no meio do texto… tudo que possa ser uma divisão mental.

A internet tem vários sensos de urgência indo do emoji até a caixa alta, passando por pontuação excessiva. Mas a ausência desses elementos traz tantos códigos quanto sua presença.

Antes de ler o texto o cérebro já faz um avaliação da sua situação e confere o quão vai ter que se esforçar pra finalizar aqui. Aí entra o ódio aos textões, sacou?

Uma forma de ajudar a leitura de texto extensos é quebrar o máximo possível em parágrafos cursos e criar mais pausas pra leitura.

Cada letra tem seu próprio desenho, e a serifa importa, então fique de olho se você usa muitas palavras grandes, que podem, excepcionalmente, trazer essa sensação de que a leitura será demorada; que faz com que o leitor passe menos tempo naquele texto.

Além disso, existe uma necessidade de que o texto seja o mais nativo possível, observando suas limitações. Por exemplo, não fique chateado se o lado cu-

rioso do texto ficar após o “Saiba Mais” da legenda do Instagram e ninguém responder o CTA. As primeiras palavras vão, após o convencimento da imagem, conseguir fazer alguém gastar mais tempo naquela legenda.

Nada aqui é errado, mas quando a gente transgride algo com conhecimento de causa, a transgressão é mais certeira no seu objetivo.

Ah! Com essas dicas em mão, continue repensando as formas da leitura visual do seu texto, que tenho certeza que vai criar suas próprias regras 😉

 



O segredo pra crescer a audiência vinda pelo Stories é…

E o segredo é…

Gamification

A minha equipe aproveitou no mês de Maio para fazer um cruzamento de dados utilizando uma informação que tínhamos do Instagram Stories (layout com melhor resposta do público) e o Facebook (post link sobre superstição que performou 85% acima da média de CTRs nas primeiras 24h).

As regras

A matéria em questão falava de mitos e verdades sobre o tema que fazíamos o Branded Content, então incorporamos a temática com uma Gamification (ou seja, a transformação do conteúdo em um jogo):

  • usando o sticker de votação (pra um lado mito, pro outro verdade) para entender o que a audiência achava que era real ou impossível.
  • ao final, ao invés de um card revelador, incluímos um CTA com “deslize pra cima”, onde a pessoa veria o resultado na matéria.

Vitória

Esse insight gerou 65,49% da audiência Stories daquele mês, e foi o maior ganho de audiência oriunda do Stories até então.

Continuamos repetindo a fórmula e além de inovarmos, também aumentamos nossa percepção do público, o que, naturalmente, melhora a qualidade do conteúdo e seu poder de retenção. Testamos outros formatos (lembrando sempre de construir, medir e aprender) que representou 1.748,44% num único mês.

Mas cada público reage de forma diferente, então é preciso testar qual Game eles preferem jogar e em qual formato.

 



Gramática visual? O que é isso?

Quando falamos de “gramática” um fenômeno engraçado acontece: a maior parte das pessoas acredita que esse tema é avançado demais pra elas e “pula” a conversa.

Gramática nada mais é do que a estrutura que faz a ordenação do pensamento.

Na linguagem verbal, o pensamento vem em palavras; na linguagem visual, em desenhos.

É divertido entender como nosso cérebro se comporta então, ao invés de querer olhar de fora pra dentro, busque nos estudos da Semiótica, Gestalt, Estética um entendimento que começa de fora pra dentro. Vale a pena conhecer Charles Sanders Birce e o significado dos signos; Ferdinand de Saussure com a linguística da semiotica e Charles Willian Moris que juntou semântica, pragmatismo e sintaxe.

Há anos usamos a linguagem visual para nos comunicarmos: paredes de cavernas, sinais de trânsito, desenhos animados… Mas somente com a criação da semiótica que vimos isso expandir a nossa compreensão de como “lemos” as imagens.

Na verdade, não sei o “lemos” acima precisa de aspas, já que é isso que fazemos… apenas as coloquei, pois não é o sentido que as pessoas pensam quando veem a palavra ler.

Nos lemos visualmente com muita facilidade, uma leitura que está enraizada nos códigos da nossa sociedade.

Por exemplo,

  • emojis podem ser substantivos
  • fluxograma são os verbos
  • gráficos de barras são adjetivos
  • gráficos com coordenada são sentenças ou preposições
  • timeline representa arcos de tensão

Eles representam, respectivamente, itens essenciais pra um enredo: o que/ quem, como, quanto, onde/porque e quando. Quanto mais elementos, mais vivida é a imagem da história que queremos passar.

Todas essas formas de absorver não só o desenho, mas o significado por trás dele, é uma ciência que nos surpreende diariamente na troca com o usuário online, que dá constantes feedbacks sobre o que sentiu ao ver ou interpretar certa imagem.

Por isso, ter uma Biblioteca Interna lotada de Referências Visuais que a sua Persona consome, para saber o que seu target está consumindo e como você pode oferecer algo mais valioso pra ele.

 



Como criar mais? Construa sua BIRV: Biblioteca Interna de Referências Visuais

Acredito que todos nós nascemos com um espaço no cérebro reservado pra nossas referências. Tudo que vivenciamos e ficará armazenado, seja sentimento, visão de um Picasso, bilhetinhos escondidos na sala de aula…

O ser humano sendo um animal que conta com sua visão para registrar até 80% das suas percepções diárias, precisa ter um cuidado ainda maior nas suas referências visuais, a que eu chamo, carinhosamente, de BIRV ou Biblioteca Interna de Referenciais Visuais (se foi da minha equipe, deve lembrar de, pelo menos, uma conversa sobre).

Você produz aquilo que tem capacidade

Não é à toa que agência fica o tempo todo fazendo benchmarking. Ou que os grandes artistas fazem imersões em seus objetos de estudo.

Você só é capaz de produzir algo após revisar tudo que acumulou de bom e ruim – sim, até o ruim faz parte do processo.

É muito difícil alguém que nunca leu um HQ produzir uma história em quadrinhos. Existem regras inatas as revistas que o usuário impudicamente decifra, além de códigos próprios que facilitam o Storytelling.

Decifre-me ou te devoro

Não quer errar no visual? Fundo branco, texto em preto, fonte Arial 12, uma imagem e 15 palavras.

Quer errar e, consequentemente, aprender? Vai lá tentar reproduzir o que viu, estudar aquilo, entender onde vai cada coisa, porque…

A minha diversão no museu é tentar adivinhar o que o pintor estava querendo dizer na hora de cada pincelada.

Isso não me fez uma pintora, mas melhorou MUITO minhas apresentações no PowerPoint e artes no Canva.

Flyer de rua? Outdoor? Busdoor? Anúncio do Instagram? Eu imaginando o que faria diferente e “consertando” mentalmente.

Até as minhas planilhas vão melhorando conforme eu vou decifrando mais códigos das referências e entendendo o que querem trazer pro público.

Isso vai te deixar com um sistema mental de coisas possíveis de serem feitas e de como desafiar seu designer pra fazer ainda mais.

Você pinta como eu… faço PPT?

As minhas dicas são:

  • alimente sua biblioteca com tudo, bom ou ruim
  • mantenha ela cheia do que está mais relevante
  • decifre o que vê ao máximo
  • mesmo que não seja designer, use essas dicas

Você nunca sabe quando vai precisar acessar sua BIRV, mas, com essas dicas isso não é mais um problema.

 



5 dicas de Marketing Pessoal para ser reconhecido (ou aprenda com os meus erros!)

Todo mundo precisa cuidar do seu Marketing Pessoal.

Eu disse tooodo mundo!

A forma como você é percebido no seu mercado profissional demonstra muito sobre como será seu futuro profissional.

Eu fiz uma lista de todas as besteiras que fiz na jornada do meu Marketing Pessoal:

Seu novo nome é…

Toda vez que entro numa nova empresa, tem um jeito próprio de escrever o nome, seja no e-mail, nas assinatura, no crachá.

Quando eu escolhi usar “Mayra Luiza” fiquei com vergonha de pedir que mudassem como era chamada.

Hoje em dia? Não mais!

Essa é a forma como quero ser reconhecida, então é a forma que preciso ser conhecida.

Seja autoridade em…

No início queria ser conhecida por fazer de tudo… mesmo já amando de conteúdo!

Demorou muito estudo de mercado, muito benchmarking na concorrência, muito debate interno pra assumir que eu gosto de tudo, mas quero ser reconhecida como alguém que ensina conteúdo pra quem quer ter sua marca própria.

Conte suas histórias vitoriosas…

Não tenha vergonha de mostrar suas vitórias, ainda mais quando os percalços foram difíceis.

Quanto maior o vale, maior a subida. E as pessoas gostam de ver histórias heroicas.

Não precisa exagerar, conte de forma suscita sua vitória. Para ajudar, escreva como se tivesse falando com alguém que lhe deu sua atenção completa, e releia cortando as partes que floreiam.

Seja fácil de achar…

Um dos motivos para escolher “Mayra Luiza” como a minha marca é que as demais combinações de nome e sobrenome já possuem pessoas melhor rankeadas no Google ou com o @ nas redes sociais que quero atuar.

Inclusive, é importante verificar o que é achado sobre o seu nome ou o ramo da sua autoridade.

Deixe outros dizerem do que você é feito…

Faça entrevistas, apareça em vídeos, seja uma fonte…

Nada melhor pra sua autoridade do que ela ser reconhecida de forma externa.

 



Como melhorar o seu discurso digital em 6 passos

Tutupom?

Essa na capa é a Blogueirinha, personagem do humorista Bruno Matos, que usa sua ironia para evidenciar os percalços dos Creators brasileiros.

No meio do humor, ele mostra que não podemos economizar na hora da construção do discurso digital da, para e com a marca; e a melhor forma de ter essa conversa é escutando o que a sua base tem a dizer, para manter o diálogo.

A Blogueirinha “não tem no Brasil”, mas tem no Instagram, canal do YouTube, Twitter e até programa de televisão. Fora isso, criou uma webserie paródia e participou do reality show da Diva Depressão. Isso tudo sabendo como manter e adaptar o discurso ao momento, plataforma e parte da audiência que irá receber.

Para se juntar a ela, você pode pegar a minha “bússola de 6 passos” emprestada para guiar a construção do seu conteúdo autêntico:

Com quem você fala

A sua audiência? Muito genérico.

Seu target? Dá pra ser menos genérico…

Persona? Siiim!

A Buyer Persona é aquela figura fictícia que criamos para representar o comprador médio. Ela tem nome, idade, gosto, desgostos, problemas, sonhos e tudo que podemos descobrir para descrever a média das pessoas que podem se interessar pelo nosso produto.

O que você fala

A marca falar deve refletir na sua fala:

  • os valores da sua empresa: se a marca é arrojada vai usar memes, se ela é tradicional vai evitar palavrões… Mais do que missão e visão, os valores refletirão a sua posição na Economia da Atenção.
  • os valores do seu público: se seu público acredita que sofás são bons, um conteúdo fazendo graça de sofás terá uma resposta baixa e o algoritmo vai cortar entrega.
  • ter valor para o público: importantíssimo! O bom conteúdo vai além do que o público quer ler, ele transforma uma opinião dele, dá mais argumentos ou contribui com mais conhecimento sobre uma causa.

Quem você é quando fala

Muito se fala da Buyer Persona, que já mencionamos, mas você conhece a Brand Persona.

Apesar de um grande case, você não precisa criar uma Luisa 2.0, igual da Magazine Luisa, que saiu da agência (no caso, acho que foi da house mesmo) e ganhou o mundo.

Mas você pode, e deve, construir uma Brand Persona para poder falar como ela durante a construção de conteúdo, tendo uma voz mais intensificada.

Quando você fala

Timing é algo difícil de ensinar. Precisa ser tão cedo pra ainda fazer sentido, mas tarde o suficiente para ver qual a melhor forma de agir sem uma repercussão ruim. O Desafio das 100 Camadas pode nos ensinar sobre como pegar carona em algo viral.

Como você fala

  • A sua experiência com esse texto é uma.
  • Se fosse áudio, seria outra
  • Caso fosse vídeo, seria uma terceira experiência.
  • Se fosse só uma imagem, uma nova experiência, com certeza.

Onde você fala

É importante saber que a comunicação em cada rede social precisa seguir a lógica da própria rede.

Não só do algoritmo, mas do objetivo da audiência ao entrar ali.

Acredite, a pessoa não posta no Twitter a mesma coisa que vai pro feed do Instagram.

Certas coisas só lemos, outras, compartilhamos no Facebook.

BÔNUS: por que você fala?
Quando descobrir essa resposta, pode clicar em publicar, pois você achou ouro 😉



É difícil descrever o quão metricamente complicado é trabalhar a dicotomia entre a entrega das suas campanhas e ter espaço na programação para aproveitar timing dos assuntos em alta no Instagram. Não necessariamente por uma questão de tempo do relógio ou refação, mas também por exigir a programação de conteúdos essenciais para a marca numa velocidade que contradiz as melhores práticas da rede.

O que seus números representam + 6 coisas que você devia estar medindo

Você já reportou um número só por reportar?

Bem, eu já…

Mas, antes de você me julgar, isso foi antes de eu entender a importância dos relatórios. Hoje em dia eu amo relatórios, sou super a favor de relatórios, sou #TeamRelatorios! 🙌

Com o tempo, eu fui percebendo que não adiantava testar sem um parâmetro de sucesso. Esperar pra algo viralizar é um conceito muito genérico e deixa a avaliação muito ampla.

Eu sou do tipo que estabelece o KPI no planejamento!

Pera…

O que é KPI?

Key Performance Indicator é a métrica chave pra desvendar o que é sucesso na sua ação.

Vamos tratar um pouquinho aqui os principais item que pode ser medido nas redes sociais representa pra ação:

Engajamento: toda ação visível e/ou que traga notoriedade (curtir, reagir, comentar, compartilhar, salvar…). Mede o quanto você consegui mover emocionalmente a audiência a ponto deles decidirem realizar gastar seu próprio tempo executando uma ação visível no seu conteúdo.

Impressões: quantas vezes o conteúdo foi mostrado pras pessoas. Algumas pessoas precisam ver oconteúdo múltiplas vezes antes de interagir, então o número distingue do alcance. Aqui, mede quantas vezes o código tentou gerar um engajamento.

Alcance: quantas pessoas receberam o conteúdo impresso. Pode entender que mede os usuários únicos que o algoritmo entendeu que seriam potenciais “curtidores” do seu conteúdo.

Views: quantas vezes o conteúdo foi visto pelo tempo mínimo, independente do quanto foi impresso; medindo o número de visualizações, mesmo que tenham sido só 3 segundos.

CTR: aqui quer dizer “click through rate” ou taxa de clique. Mede o número de clique dividido pela taxa, que geralmente é impressão.

Seguidores: quantos fã, seguidores ou fãs você ganhou (ou perdeu) no período. Aqui, se você medir por post, pode ter a quantidade de conversões social do seu conteúdo. Caso escolha medir os números finais da página, esse dado será menos apurado.

Eu aconselho sempre a medir por post no período, mas se você escolher os dados genéricos da página cuidado com o Long Tail, ok?

Qual dessas definições não te surpreendeu? Conta nos comentários.



27 maiores lições de marketing digital – para você não perder mais tempo

Eu acabei de fazer aniversário e a nova idade pesou na conta… meus 27 aninhos. Fiquei pensando nas lições que tive como profissional durante os nove anos de trabalho na produção de conteúdo para redes sociais. Então decidi dividir com vocês os 27 maiores aprendizados de marketing digital:



  1. Conteúdo é rei (ou seja, o que manda) na estratégia digital
  2. Branded Content não é vender produto
  3. Só dá pra escapar o Marketing de massa sendo Autoridade no seu universo
  4. Sem uma Persona definida você pode deslizar no discurso genérico
  5. Conteúdo precisa ser construído e medido pensando no que quer aprender
  6. Existe uma Cauda Longa dentro das redes sociais
  7. Criar conteúdo evergreen de marca é dar valor a marca
  8. Se você só quer medir uma coisa, meça engajamento
  9. Para saber se foi um sucesso, você precisa decidir o que medir logo no início
  10. Storytellings que não mostram o lado obscuro da marca geram histórias fracas
  11. A concorrência muda, mas continua tendo concorrência no Oceano Azul
  12. Existe uma gramática visual pra textos, sabia?
  13. Você precisa manter abastecida a sua Biblioteca Interna de Referências Visuais
  14. Não existe receita de bolo! Existe o que funciona pra sua audiência agora
  15. O tamanho da sua base não importa
  16. Vídeo sempre é destaque pois é o maior recall (95% após 72h)
  17. Tudo é possível, desde que seja sustentável pra equipe que executa
  18. Brand Love > Brand Awerness
  19. A Economia da Atenção garante que só o mais valioso vença
  20. Se o conteúdo é bom pra audiência, não importa a hora que ele é postado
  21. A audiência cobra uma mensagem que faça sentido com as ações de marca
  22. Comece sua jornada fazendo o mais difícil, pra garantir foco
  23. O futuro está no Marketing de influência
  24. As marca podem ser personificadas, a ponto da pessoa conversar como amiga
  25. Gamificação (transformar em jogo(inteligente potencializa a estratégia
  26. As melhores soluções são as mais simples
  27. Planejamento e organização são tudo!

Algum desses você já conhecia? 🤔😉